e eu finalmente desperta para poder saudar-lhe...
chego a me sentir roubada
pela paixão que tenho e venho dar-lhe.
como doce e eterna madrugada
poderia eu roubar-lhe
o sentido que traz a minha vida?
fico sem saída a desejar-lhe.
Dia após dia desesperada
de afogar minhas lágrimas e entregar-lhe
o dúbio suspiro de minhas dádivas
que crescem como um rio a represar-lhe.
... e eu calada...
no imenso vazio de extinguir-lhe,
minhas palavras, não quero nada,
quero antes tão somente traduzir-lhe
o dilema de minha mente cansada,
que ao ver seu semblante
se restaura e eu me sinto de uma vez salva
do suave veneno dançante
desta minha alma.
chego a me sentir roubada
pela paixão que tenho e venho dar-lhe.
como doce e eterna madrugada
poderia eu roubar-lhe
o sentido que traz a minha vida?
fico sem saída a desejar-lhe.
Dia após dia desesperada
de afogar minhas lágrimas e entregar-lhe
o dúbio suspiro de minhas dádivas
que crescem como um rio a represar-lhe.
... e eu calada...
no imenso vazio de extinguir-lhe,
minhas palavras, não quero nada,
quero antes tão somente traduzir-lhe
o dilema de minha mente cansada,
que ao ver seu semblante
se restaura e eu me sinto de uma vez salva
do suave veneno dançante
desta minha alma.
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